Lisboa, 2 de novembro de 2025 — A Polícia de Segurança Pública (PSP) assinalou hoje a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos com uma Missa solene realizada no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa. Este momento de fé e memória destinou-se a homenagear todos os elementos daquela força de segurança que já partiram, sublinhando a importância da esperança e da oração no seio da instituição.
A celebração eucarística foi presidida pelo Bispo do Ordinariato Castrense, D Sérgio Dinis, e contou com a presença de altas figuras da PSP. Entre as entidades presentes, destacavam-se o Diretor Nacional da PSP, Superintendente Chefe Luís Carrilho, o Diretor do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, Superintendente Chefe Luís Farinha, e o Padre Luís Leal, Capelão Adjunto para a PSP, além de diversos Oficiais, Chefes, Agentes e pessoal civil.
Na sua homilia, D Sérgio Dinis proferiu palavras de profundo consolo, enquadrando o mistério da morte na perspetiva cristã da ressurreição. O Bispo começou por referir que o cemitério é um lugar sagrado que fala de histórias e de um amor que o tempo não apagou, convidando os presentes a “transformar a saudade em oração e a fazer da memória uma ponte de esperança”.
Baseado nas leituras bíblicas do dia, D Sérgio Dinis recordou que “o amor não termina no túmulo” e que a oração “tem a força de atravessar o limiar da morte”, pois os defuntos “vivem em Deus”. O ponto alto da mensagem centrou-se na promessa de Jesus, citada do Evangelho de São João: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem acredita em Mim, ainda que tenha morrido, viverá”. O Bispo concluiu, reforçando que “a morte não é o fim do caminho: é uma passagem”, e que as lágrimas derramadas são “sementes de eternidade”.
O momento de silêncio e reflexão junto aos jazigos e campas no Cemitério dos Prazeres reforçou o espírito de comunhão e solidariedade na PSP, honrando o legado de serviço e dedicação de todos os que integraram as suas fileiras e que agora repousam na Casa do Pai.














