
No dia em que cumpre o seu primeiro ano de mandato como Bispo do Ordinariato Castrense, D. Sérgio Dinis presidiu, esta segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, a uma Missa de Ação de Graças na Igreja da Memória, em Lisboa.
A celebração na Sé Catedral da Diocese das Forças Armadas e das Forças de Segurança revestiu-se de uma elevada solenidade, contando com a presença das mais altas individualidades da hierarquia militar e da segurança interna em Portugal.
Entre os presentes, destacaram-se o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General José Nunes da Fonseca, o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Eduardo Mendes Ferrão, o Diretor Nacional da Polícia de Segurança Pública, Superintendente-Chefe Luís Carrilho, e os representantes máximos da Armada e da Força Aérea, o Vice-Almirante Sousa Costa e o Tenente-General António Nascimento.
A assembleia incluiu ainda altos dirigentes do Ministério da Defesa Nacional, Oficiais Generais, capelães adjuntos de todos os ramos e forças de segurança, bem como uma representação de sargentos, praças, guardas e civis que compõem a comunidade castrense.
Durante a homilia, D. Sérgio Dinis recorreu à memória litúrgica de São Timóteo e São Tito para refletir sobre a essência do seu ministério, sublinhando que a missão episcopal não nasce de uma conquista pessoal, mas de um dom que exige fortaleza, caridade e moderação.
O prelado enfatizou que o serviço da Igreja junto das Forças Armadas e de Segurança não se faz de forma isolada, mas sim através de uma “confiança partilhada” entre pastores e fiéis, rejeitando protagonismos e apontando a paz como o primeiro anúncio de qualquer apóstolo.
Dirigindo-se à vasta “seara” que compõe a sua diocese particular, o Bispo lembrou que esta porção do Povo de Deus é feita de fé transmitida, de lágrimas e de missões difíceis, reafirmando o seu compromisso de sustentar a esperança daqueles que servem Portugal, muitas vezes em contextos de sacrifício e fidelidade silenciosa.
Este primeiro aniversário, celebrado em profunda comunhão institucional, encerrou com um renovado apelo à responsabilidade coletiva de todos os membros do Ordinariato Castrense em serem testemunhas vivas da dignidade humana e da paz.














