O Subtenente Capelão Tiago André Pacheco da Silva Ribeiro Pinto foi distinguido com um louvor formal pela sua dedicação e trabalho desenvolvido na Escola Naval.

O despacho, assinado a 26 de janeiro de 2026, torna público o elogio atribuído ao oficial, que nos últimos dois anos tem exercido funções como Capelão daquela academia de ensino superior militar.

Na base da distinção está aquilo que o documento classifica como um “trabalho notável” no acompanhamento dos alunos do Corpo de Alunos, particularmente dos que se encontram em regime de internato. O Capelão Pinto foi reconhecido pelo seu “profundo conhecimento das vivências dos alunos” e pela sua participação ativa em atividades de campo cruciais para a formação militar-naval, como os exercícios de Verificação da Aptidão Militar-Naval (VAMN) e os exercícios interdisciplinares “Descida do Rio” e “Troia 2025”.

O louvor, concedido a 3 de dezembro de 2025 pelo Contra-almirante Campos, Comandante da Escola Naval, destaca ainda a “elevada capacidade de organização” do Capelão na preparação de eventos religiosos e culturais. Entre as atividades elogiadas contam-se as cerimónias de Páscoa e Natal, a celebração do 70.º aniversário da Capela de Nossa Senhora do Mar, e a sua participação em iniciativas de maior projeção como as Jornadas Mundiais da Juventude e as peregrinações militares a Fátima e Lourdes.

Para além da sua atividade espiritual, o despacho sublinha o contributo do Subtenente Pinto na área social e cultural. A organização e preparação dos ensaios do coro da Escola Naval, que resultou numa “melhoria assinalável do seu desempenho”, e a promoção do envolvimento dos alunos em ações de voluntariado, como a campanha do Banco Alimentar contra a Fome, mereceram igual realce.

O Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada fez questão de considerar como seu o louvor, enaltecendo a “forma empenhada e competente” como o Capelão tem desempenhado as suas funções, contribuindo de “forma significativa” para a eficiência e cumprimento da missão da Escola Naval e, por extensão, de toda a Marinha. O documento finaliza sublinhando o “excelente relacionamento” do militar com superiores, camaradas e subordinados, qualidades que, segundo o texto, lhe garantiram “elevada estima, respeito e consideração” no seio da instituição.