«Chamados a servir: liderar com honra e consciência»
No dia 2 de junho de 2026, realizou-se, na Academia Militar, a celebração da Bênção dos Finalistas, promovida pelo Ordinariato Castrense de Portugal, reunindo os alunos finalistas da Academia Militar, da Escola Naval, da Academia da Força Aérea e do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna (ISCPSI).
Dom Sérgio Dinis presidiu à Celebração de Bênção e contou com a presença do Major-General Luís Miguel Afonso Calmeiro, Comandante da Academia Militar; do Major-General Paulo Américo Oliveira da Costa, Comandante da Academia da Força Aérea; do Contra-Almirante Luís Miguel Cardoso Pércio Bessa Pacheco, Comandante da Escola Naval; do Superintendente Sérgio Ricardo Costa Chagas Felgueiras, Diretor do ISCPSI; do Coronel Luís Miguel Correia Cardoso, Diretor de Ensino da Academia Militar; do Professor Catedrático José Fontes; do Coronel Vítor Manuel Lourenço Ortigão Borges; bem como dos Comandantes de Corpo de alunos, Oficiais e Sargentos.
Sob o lema «Chamados a servir: liderar com honra e consciência», a celebração constituiu um momento de ação de graças pelo percurso académico e humano realizado pelos finalistas e, simultaneamente, um momento de oração e reflexão antes do início de uma nova etapa de serviço ao País.
A celebração centrou-se na Palavra de Deus e na bênção dos finalistas, sublinhando a importância da responsabilidade, da integridade moral e do serviço ao bem comum no exercício da autoridade. Através das leituras proclamadas e da reflexão proposta, os participantes foram convidados a reconhecer que a liderança autêntica encontra o seu fundamento não apenas na competência profissional, mas também na retidão de consciência, na justiça das decisões e no respeito pela dignidade humana.
Num ambiente de fraternidade e comunhão entre os diversos ramos das Forças Armadas e das Forças de Segurança, foram elevadas preces pelos finalistas, pelas suas famílias, por todos os que servem Portugal em missão e pela Pátria, confiando a Deus os desafios e as responsabilidades que os aguardam.
A celebração terminou com a oração de bênção sobre os finalistas, pedindo ao Senhor que os acompanhe nas decisões que venham a tomar, no exercício do comando, no uso responsável da autoridade que lhes será confiada e no serviço generoso às populações e à Nação.
Este encontro constituiu um sinal visível da unidade que existe entre aqueles que, por diferentes caminhos e instituições, se preparam para dedicar a sua vida ao serviço de Portugal, reafirmando os valores da honra, da responsabilidade e da consciência que devem inspirar o exercício da liderança.
«Chamados a servir» foi mais do que um lema: foi um convite a viver a missão com competência, humanidade e sentido de serviço.

























